Um novo desdobramento ligado ao caso da morte do cão comunitário Orelha, em Florianópolis, passou a circular nas redes sociais e ampliou a repercussão do episódio. Vídeos atribuídos a integrantes de uma facção criminosa, com ameaças direcionadas a um dos adolescentes investigados, começaram a ser compartilhados por usuários nas últimas horas.
As gravações, que circulam principalmente em aplicativos de mensagens e plataformas digitais, não tiveram autenticidade confirmada oficialmente até o momento. Ainda assim, o conteúdo chamou atenção pela gravidade das mensagens e pela menção direta ao caso que segue sob investigação.

Vídeo com ameaças circula nas redes sociais
Segundo relatos de internautas, o vídeo mostra indivíduos encapuzados fazendo ameaças explícitas ao adolescente apontado como um dos envolvidos na agressão que resultou na morte de Orelha. As imagens teriam sido gravadas como forma de intimidação e passaram a ser amplamente compartilhadas após a repercussão do crime.
Não há confirmação sobre a origem do material, nem se as pessoas que aparecem nas imagens possuem vínculo real com alguma organização criminosa. O conteúdo segue sendo tratado como não verificado pelas autoridades.
Até o momento, também não há informação oficial sobre quando o vídeo foi gravado ou se houve tentativa direta de contato com a família do adolescente citado.
Polícia acompanha repercussões paralelas do caso
A Polícia Civil de Santa Catarina informou, em comunicados anteriores, que acompanha os desdobramentos paralelos gerados pela grande repercussão do caso, incluindo possíveis ameaças, coações e tentativas de intimidação relacionadas às investigações.
O foco principal do inquérito segue sendo a apuração da morte do cão comunitário Orelha, cujo laudo pericial apontou traumatismo craniano severo causado por objeto contundente. Quatro adolescentes são investigados por maus-tratos, e três adultos, familiares dos jovens, já foram indiciados por coação de testemunha.
As autoridades não confirmaram se o vídeo com ameaças foi formalmente anexado ao inquérito ou se gerou a abertura de um procedimento específico até o momento.
Caso segue sob investigação e sem confirmações oficiais
Até esta publicação, não há confirmação oficial por parte da polícia sobre a veracidade do vídeo, a identidade das pessoas que aparecem nas imagens ou a existência de ligação com facção criminosa. O material segue sendo tratado como parte da repercussão nas redes sociais.
A Polícia Civil reforça que qualquer ameaça, independentemente da origem, deve ser comunicada às autoridades para apuração. O caso Orelha continua em andamento, e novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço das investigações e a análise dos fatos relacionados.
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