Mulher Que Abandonou Amigo na Trilha Revelou Que Ele Pegou Nos Seus Sei…Ver mais

O nome de Roberto Farias Thomaz ganhou destaque nacional nos primeiros dias do ano após um passeio que deveria marcar a virada do calendário terminar em angústia, buscas e questionamentos. O caso mobilizou equipes de resgate, gerou ampla repercussão nas redes sociais e levantou debates sobre responsabilidade, preparo emocional e segurança em trilhas de alto risco.

O que começou como uma experiência de lazer na natureza acabou se transformando em uma luta real pela sobrevivência, com versões conflitantes e revelações que ampliaram ainda mais a curiosidade do público.

A trilha que terminou em desaparecimento

Roberto subiu o Pico Paraná, acompanhado de Thayane Smith, com a intenção de celebrar a chegada do Ano Novo em um dos pontos mais altos do Sul do Brasil. A trilha, conhecida por seu grau de dificuldade e pela mata fechada, exige preparo físico, atenção constante e, sobretudo, cooperação entre os participantes.

Durante a descida, no entanto, Roberto acabou ficando para trás. Thayane seguiu o percurso sozinha, enquanto o jovem se perdeu em meio à vegetação densa. A partir daquele momento, o início do ano se transformou para Roberto em uma missão extrema de resistência, enfrentando o isolamento, a fome, o cansaço físico e os riscos naturais da região.

Com o desaparecimento, equipes de busca foram acionadas e a trilha passou a ser monitorada por socorristas e voluntários. A cada dia sem notícias, a apreensão aumentava, até que o desfecho surpreendeu: após cinco dias perdido, Roberto conseguiu caminhar cerca de 20 quilômetros e chegou a uma fazenda, onde recebeu ajuda.

Versões conflitantes e críticas públicas

Desde que o caso veio à tona, Thayane concedeu diversas entrevistas explicando sua decisão de não esperar pelo amigo. Em sua versão inicial, afirmou que Roberto não acompanhava seu ritmo de caminhada e que demonstrava comportamento estressante durante o percurso, o que teria motivado sua descida solitária.

As declarações dividiram opiniões. Enquanto parte do público questionava a falta de apoio em uma trilha considerada perigosa, outros levantavam discussões sobre autonomia individual e limites físicos em atividades de montanhismo.

A situação ganhou novos contornos quando Thayane apresentou uma versão diferente dos fatos, indo além das questões físicas e emocionais envolvidas na caminhada.

Revelações e repercussão nas redes sociais

Em declarações recentes, Thayane afirmou que levou preservativos para a trilha e que tinha expectativas íntimas em relação ao passeio. Segundo ela, a frustração teria surgido porque Roberto não demonstrou interesse em manter relações sexuais durante a experiência, o que teria tornado o momento “broxante”, em suas próprias palavras.

“Não vou mentir: eu fui com o intuito de relaxar meu corpo. Mas foi totalmente broxante. Em nenhum momento ele chegou com safadeza para cima de mim”, afirmou a jovem, relatando que voltou da trilha com as camisinhas intactas.

As novas falas ampliaram a repercussão do caso e provocaram debates sobre maturidade, expectativas pessoais e a mistura entre relações afetivas e atividades de risco. Para muitos, a situação reforça a importância de planejamento, diálogo claro e responsabilidade mútua antes de encarar desafios extremos na natureza.

Apesar das polêmicas, o caso de Roberto terminou sem perdas humanas, mas deixou lições que seguem ecoando: trilhas não são apenas passeios, e decisões individuais podem ter consequências graves quando a segurança está em jogo.

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