Nosso Querido Salva-Vidas M0rreu Dentro de Piscina Após…Ver mais

Um grave acidente ocorrido no parque aquático Wet’n Wild, em Itupeva, resultou na morte de um salva-vidas durante uma inspeção técnica em uma das atrações do local. O caso aconteceu nesta terça-feira (13) e causou forte comoção entre funcionários e frequentadores do parque.

A vítima foi identificada como Guilherme Da Guerra Domingos, de 25 anos. Ele realizava um mergulho técnico no brinquedo aquático conhecido como Walter Bomb quando acabou sendo sugado pelo ralo do equipamento, segundo informações iniciais.

Acidente ocorreu durante inspeção técnica

De acordo com os relatos preliminares, Guilherme estava em procedimento de vistoria, atividade comum na rotina de manutenção e segurança das atrações. Durante o mergulho, ele teria sido puxado com força pelo sistema de sucção do brinquedo, ficando submerso por tempo suficiente para sofrer afogamento.

Colegas de trabalho perceberam rapidamente a situação e conseguiram retirá-lo da água. Ainda no local, funcionários iniciaram manobras de reanimação cardiopulmonar, enquanto acionavam o socorro médico.

Atendimento médico e confirmação da morte

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência chegaram ao parque e deram continuidade ao atendimento de emergência. Guilherme foi encaminhado com urgência ao Hospital Nossa Senhora de Aparecida, mas, apesar dos esforços médicos, a morte foi confirmada na unidade de saúde.

A notícia causou grande impacto entre colegas do parque, que destacaram o profissionalismo e a dedicação do jovem salva-vidas. Muitos funcionários relataram choque diante do ocorrido, já que a inspeção fazia parte da rotina operacional do local.

Caso será investigado

O caso foi registrado pelas autoridades como morte suspeita, e o corpo de Guilherme foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para a realização de exames periciais. O objetivo é esclarecer as circunstâncias exatas do acidente, incluindo o funcionamento do sistema de sucção do brinquedo e os protocolos de segurança adotados no momento da inspeção.

Até o momento, o parque aquático não divulgou detalhes adicionais sobre o ocorrido, nem informou se a atração foi interditada preventivamente. As investigações devem apurar se houve falha técnica, erro operacional ou outro fator que tenha contribuído para a tragédia.

A morte de Guilherme reacende o debate sobre segurança em ambientes aquáticos, inclusive durante procedimentos internos de manutenção, reforçando a importância de protocolos rigorosos para proteger trabalhadores que atuam em áreas de risco.

O que fazer em casos de afogamento?

Em casos de afogamento, agir rápido pode salvar vidas. Primeiro, retire a vítima da água sem se colocar em risco; se não souber nadar, use objetos flutuantes para ajudar. Em seguida, chame imediatamente o socorro (192 – SAMU ou 193 – Bombeiros). Verifique se a pessoa está consciente e respirando.

Se não respirar, inicie reanimação cardiopulmonar (RCP): compressões no centro do tórax, fortes e rápidas, até a chegada do resgate. Se respirar, mantenha-a deitada de lado, aquecida e sob observação.
Não tente “tirar água do pulmão”, não sacuda a vítima e não ofereça líquidos. Após qualquer afogamento, mesmo leve, procure atendimento médico, pois complicações podem surgir horas depois.

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