Foi com esse sentimento que a cidade de Anápolis se despediu de Clara Ribeiro Martins, estudante de Medicina da UniEvangélica, que faleceu aos 19 anos. A jovem cursava o segundo período da graduação e era conhecida pela doçura, inteligência e entusiasmo com que encarava a profissão que sonhava exercer.

Jovem estudante deixa legado de carinho e dedicação
A causa da morte não foi divulgada pela família, mas a notícia provocou forte comoção entre colegas, professores e moradores de Anápolis. Clara era vista como uma aluna aplicada, participativa e sempre disposta a aprender, características que a destacavam no ambiente acadêmico.
Nas redes sociais, mensagens de despedida e homenagens se multiplicaram ao longo do dia, refletindo o impacto que a jovem teve na vida de quem conviveu com ela, mesmo em um período relativamente curto de trajetória universitária. Para muitos, a perda representa não apenas a partida de uma estudante promissora, mas de uma pessoa que transmitia leveza e empatia no convívio diário.
Professores e amigos relembram trajetória marcada por ternura
Entre os depoimentos que mais emocionaram está o da professora Larisse Dalla, que acompanhava o desenvolvimento acadêmico de Clara. Ela descreveu a estudante como “um doce de menina, participativa e muito querida por todos”, ressaltando a sensibilidade e o comprometimento demonstrados em sala de aula.
Outra educadora, Lorrany Assunção, relembrou com carinho o período em que Clara foi sua aluna ainda na educação infantil. “Tinha um olhar encantador e uma energia cativante, impossível de esquecer”, escreveu, destacando que a essência da jovem sempre foi marcada pela gentileza.
Amigos próximos também prestaram homenagens. A colega de turma Ester Maria destacou a generosidade e o brilho da estudante. “Conviver com você foi um privilégio. Seu sorriso vai continuar iluminando nossas lembranças”, publicou, em uma mensagem que resume o sentimento compartilhado por muitos.
Comunidade acadêmica presta homenagens silenciosas
O clima de tristeza tomou conta do campus da UniEvangélica, onde professores e estudantes realizaram homenagens silenciosas em memória de Clara. Em meio ao luto, o ambiente universitário se uniu em respeito e solidariedade à família, reforçando os laços criados dentro da instituição.
Mais do que uma aluna promissora, Clara era vista como alguém que espalhava acolhimento e humanidade, qualidades consideradas essenciais para quem escolheu a medicina como vocação. Sua partida precoce deixa uma dor imensa, mas também uma mensagem de ternura, empatia e inspiração para todos que tiveram a oportunidade de cruzar seu caminho.
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