Internação, agravamento do quadro e causa da morte
De acordo com informações confirmadas pela TV Bahia, Isabela morreu em decorrência de choque séptico e parada cardíaca. Ela estava internada desde o dia 13 de dezembro no Hospital Teresa de Lisieux, após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Nos primeiros dias, a jornalista precisou de cuidados intensivos e permaneceu na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Após apresentar sinais de melhora, chegou a ser transferida para um quarto, o que renovou as esperanças de familiares e amigos. No entanto, entre os dias 23 e 24 de dezembro, o quadro clínico se agravou de forma significativa, exigindo o retorno imediato à UTI.
Apesar dos esforços da equipe médica, Isabela não resistiu às complicações. A confirmação da morte gerou uma onda de mensagens de pesar nas redes sociais, vindas de profissionais da comunicação, autoridades e pessoas que conviveram com ela ao longo da carreira.
Despedida marcada por emoção e homenagens
O velório de Isabela Rocha Lemos ocorre neste domingo no Cemitério Bosque da Paz, em Salvador. Familiares, amigos e colegas de trabalho se reúnem para prestar as últimas homenagens e se despedir da jornalista. O corpo será cremado em uma cerimônia reservada, restrita aos mais próximos.
O clima no velório é de profunda emoção e silêncio respeitoso. Muitos destacam não apenas o talento profissional de Isabela, mas também sua sensibilidade no trato com as pessoas e a serenidade com que conduzia situações desafiadoras no dia a dia do jornalismo.
Legado no jornalismo e reconhecimento institucional
Isabela era editora-chefe da TV da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), função em que se destacou pelo rigor técnico, pela ética e pela dedicação ao trabalho. Em nota oficial, a emissora lamentou profundamente a perda e ressaltou o impacto positivo deixado pela jornalista.
“Isabela foi um exemplo de profissionalismo e humanidade, deixando uma marca de excelência em tudo o que fazia”, afirmou o comunicado divulgado pela instituição. Colegas de redação lembram que ela conciliava firmeza editorial com empatia, sendo referência tanto para profissionais experientes quanto para os mais jovens.
A morte precoce de Isabela Rocha Lemos deixa uma lacuna na comunicação baiana. Sua trajetória reforça a ideia de que o jornalismo vai além da apuração de fatos: é também um exercício diário de responsabilidade social, escuta e compromisso com a verdade. Para aqueles que tiveram a oportunidade de trabalhar ao seu lado, permanece o legado de uma profissional admirada e de uma mulher cuja sensibilidade caminhava lado a lado com a notícia.
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